• Taipa

Um pouco mais sobre interlocução literária

Muitas pessoas se interessam pela ideia de poder falar sobre seus esboços e escritos. Independente de vir a publicar uma obra, é saudável para todo autor experimentar leituras diversas até conhecer cada vez mais suas possibilidades.



Mas se as dúvidas ainda persistirem, vamos lá: o que interlocução literária não é? Não é curso, não tem o fito de ensinar, tampouco pretende chegar a resultados eficientes que resolvam problemas pragmáticos. Se não ensina, faz o que exatamente? Cabe a pergunta como resposta: e se o processo editorial, ao invés de encerrar um ciclo criativo, produzisse faíscas no repertório de suas inquietações? Imaginemos um escritor prestes a publicar seu primeiro ou vigésimo livro, não importa: e se ele pudesse sair com um olhar diferente sobre a própria obra, cheio de ideias imprevistas para incrementar sua arte e, quem sabe, experimentar mais nas próximas aventuras? O exemplo serve também para aqueles que “apenas” gostam de literatura e, mesmo sem maiores pretensões, se arriscam a escrever uns pensamentos por aí. Interlocução é sobre seguir em frente. Vencer barreiras e repensar onde moram os fantasmas. É andar reto e rebolar ao mesmo tempo, correto e inventivo, prático e torto. Avante!


#interlocução

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