• Taipa

Interlocução é para todos

O desafio da Taipa é justamente debater ou apenas conversar sobre literatura com o máximo de pessoas possíveis.


Quem nunca escreveu pode fazer?

Claro que sim! A interlocução serve a qualquer pessoa que se interesse por histórias, ideias ou emoções. Entre em contato conosco que montaremos um programa de interlocução sob medida!


Vocês dão cursos?

A princípio, a proposta de interlocução não é fornecer conteúdo para que ninguém passe a ter mais domínio sobre a escrita. Esse seria o escopo de um curso. O objetivo aqui, entretanto, é preparar as pessoas para escreverem de acordo com suas realidades. Debatemos todo tipo de assunto e tentamos, passo a passo, fazer com que a prática literária se torne confortável. Claro que, na interlocução, desejamos que o autor saia melhor do que entrou, porém entendendo que é necessário antes de tudo cuidar de sua energia, seu ânimo, para só depois discutirmos sobre as ferramentas. Então não cabem promessas milagrosas, exceto que estaremos sempre dispostos a deixar o terreno fértil para as ideias brotarem.


Tem que já ter material escrito?

Não precisa! Se tiver, ótimo. Servirá de base para iniciarmos a interlocução. Mas se não tiver nada, ou quase nada escrito ainda trabalharemos gradativamente, por meio de exercício e bate-papos, até que se sinta à vontade para compartilhar suas ideias em formato de texto.


É tipo uma revisão?

Um pouco, mas muito mais. Se pensarmos numa revisão apenas para detectar inconsistências e corrigir erros, ainda é muito distante do que essa atividade oferece. Além da revisão convencional, a interlocução se destina especialmente a buscar entender as circunstâncias do autor, aprofundar-se no texto e suscitar novas possibilidades que contribuam para todo processo criativo.


#interlocução


1 visualização0 comentário

Posts recentes

Ver tudo

EDITORIAL [extensão de conteúdos da TAIPA]

O século é o XXI. A terceira década já se precipita, tendo que amadurecer antes da hora. Nós que trabalhamos com literatura não podemos fugir da questão: Qual o papel de uma editora no mundo contempor

coluna Domingando [2021, junho/20]

por Paulo Conceição Rocha Confesso, sou viciado em neologismos. Outro dia descobri o melhor de todos: “meulogismos”, um dicionário de palavras inexistentes (ou ex-inexistentes?), como define seu criad

coluna Domingando [2021, junho/13]

por Renata Fernandes Tenho lido A Montanha Mágica, de Thomas Mann, romance de formação (Bildungsroman) que abre as portas do século XX e seus demônios. Mann acrescenta que sua obra é um Zeitroman, ist